No dia 14 de setembro de 2012, em Belo Horizonte, uma pequena tropa de coladores de cartazes saiu do galpão de distribuição de material na hora costumeira, às 4 da manhã. Em vez dos cartazes usuais – propaganda política, espetáculos ou produtos de consumo – os rapazes e moças levavam coleções de cinco cartazes, cada um com uma cor, cada um com uma frase. [...]

Publicado na revista redobra nº11. ano 4. Salvador: Editora da UFBA, 2013.
ISSN 2238-3794

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Piseagrama. Campanha não-eleitoral
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